// Palavra do Deputado

29/04/2018

A gente do campo é a principal interessada em proteger a terra que lhe fornece renda e alimentos

Bem-vindos – Hoje, quero conversar com vocês sobre um assunto que diz respeito a todos os brasileiros... Não chega a ser nenhuma novidade que adversários da agropecuária no Brasil – sim! eles existem..., e até outros países, neste caso, movidos por informações deturpadas, insistam em discursar sobre uma fictícia ação generalizada dos produtores brasileiros contra a preservação ambiental.

Estapafúrdio - O absurdo desta campanha abre espaço, vez ou outra, para que alguns defendam, por exemplo, a internacionalização da Amazônia, entre outras ideias destituídas de lógica, de coerência e de bom senso.

Exceção - É claro que, como acontece em qualquer lugar e qualquer segmento do mundo onde esteja o ser humano, também na agropecuária existem aqueles despreocupados com a cidadania e a civilidade. Esta minoria é encontrada na cidade e no campo, em todas as profissões, religiões, em todas as atividades e categorias que envolvam pessoas.

A regra – De outro lado, quem conhece e convive diretamente com as mulheres e os homens do campo não tem a menor dúvida do compromisso da grande maioria com a sustentabilidade.

O óbvio - E não se trata de nenhum ato de bondade. As mulheres e os homens do campo sabem que seriam as primeiras e principais vítimas se não amparassem o que lhes fornece renda, empregos, alimentos...

Pelo contrário - Ao contrário do que os adversários dos produtores rurais insistem em espalhar, o Brasil é um dos países que mais preservam no mundo todo.  O último Environmental Performance Index (EPI), ranking bienal elaborado por uma equipe de especialistas das universidades americanas de Yale e de Columbia, constatou,

Injustiça – Por isso mesmo é que as campanhas de poucos barulhentos contra os produtores brasileiros caem fundo no coração e na alma desta gente, que trabalha incansavelmente e tem consciência da importância do seu trabalho para a economia do país.

Só pra lembrar - A agropecuária tem segurado as pontas, seja promovendo empregos e renda, seja equilibrando a balança comercial, ou colocando comida na mesa da população. E mesmo assim enfrenta preconceitos e discriminação.

A meta - Ao assumir a presidência da FPA – a Frente Parlamentar da Agropecuária na gestão 2015/2016 eu tinha alguns sonhos – ou projetos, como prefiram, entre eles, conseguir o reconhecimento, por parte da imprensa nacional, da população das cidades  e do governo federal, de que a agropecuária é o principal alicerce da economia do país.

Avanços - Não tenho dúvida de que alcançamos avanços importantes – obviamente com a participação dos companheiros de diretoria, dos associados, dos parceiros. Porém, alguns setores, incluindo parlamentares que se dizem de esquerda, ainda ignoram a importância da agropecuária para o povo brasileiro.

Sem descanso - Mas a luta continua, no caso da FPA agora sob a presidência da deputada federal Tereza Cristina, uma idealista, batalhadora, comprometida com o Brasil e com os brasileiros.

Parceria - E nesta luta ela conta, com certeza, com parceiros da mais alta qualidade – aos quais rendo homenagens através da ABCZ – a Associação Brasileira dos Criadores de Zebu, que está às voltas com a realização da 84ª ExpoZebu (28/04 a 06/05).

Um abraço e até a semana que vem...

*Marcos Montes está no terceiro mandato de deputado federal; foi líder (2017) e é vice-líder da bancada do PSD na Câmara; é membro e ex-presidente (2015/2016) da Frente Parlamentar Mista da Agropecuária (FPA); é majoritário no Triângulo Mineiro e em Uberaba – onde tem domicílio eleitoral e foi prefeito em duas gestões (1997/2000 – 2001/agosto de 2004, quando assumiu o comando da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social e Esportes de Minas Gerais)